31/12/2009

AsGlamurosas.com te deseja um Feliz 2010



O Portal das acompanhantes mais desejadas, deseja a você um ano de muitas realizações.


AsGlamurosas.com em 2010, estará com muitas novidades, são novas acompanhantes para fazer com que seu ano, seja o melhor.

Atualmente cobrimos cidades como: Salvador, Maceió, Aracaju, Rio de Janeiro, Santos, São Paulo, Brasília e em 2010 cobriremos muito mais. O nosso sucesso depende o do seu e sempre continuará assim.

Para acessar nosso portal recheado de novidades, entre no link abaixo:

Site: http://www.asglamurosas.com/

Equipe

AsGlamurosas.com.

08/10/2009

Quero ser acompanhante, divulgação.

Melhor site de acompanhantes do Brasil!


O QUE VOCÊ PRECISA
Sei que nesse momento você deve estar se perguntando: Ué, então é só isso, em termos de investimento só preciso comprar um telemóvel e de comprar preservativos e produtos na farmácia?


Para início de conversa é só isso sim, afinal, como disse, estou me baseando nas dúvidas das pessoas que me contactam a dizer que estão numa fase financeira difícil. Com o tempo, aí sim, você vai investindo mais, digo, investindo parte do que for ganhando enquanto acompanhante.

No que diz respeito à sua produção para o encontro, por exemplo, não é indispensável comprar botas de cano alto. Lembre-se, você é acompanhante, não prostituta. Logo, a produção do seu visual será enquanto acompanhante, não enquanto prostituta. E, para se produzir enquanto acompanhante, a regra é muito simples: se produza da mesma forma que se produziria para um namorado. Ou seja, de forma sensual, mas nada vulgar ou apelativo. Quando você vai a um hotel, por exemplo, não tem que estar escrito na sua testa - quer dizer, no seu vestuário, maquilhagem, etc. -, o que você foi fazer ali.

Ou seja, na verdade, no que diz respeito à sua produção enquanto acompanhante, você pode usar exactamente o que deve ter no seu armário. É claro que com o tempo você vai precisar de comprar muita coisa - até porque o que temos acaba gastando muito rapidamente na actividade -, mas, para início de conversa, não precisa de tanto investimento assim não.

Aliás, será justamente com o tempo, conhecendo os seus clientes, querendo melhorar a sua postura enquanto acompanhante, que aí sim, você poderá determinar o que falta, o que precisa comprar, onde mais precisa investir. Mas eu não posso te aconselhar isso agora se, agora, você ainda nem atendeu o seu primeiro cliente. Depois disso, aí sim, você vai ganhando a noção de tudo aquilo que pode melhorar no seu atendimento. Mas uma coisa é importante dizer: não adianta você ter a roupa mais cara, a lingerie mais sensual, se não houver essa sensualidade na sua pessoa. Você precisa disso, ser uma mulher envolvente. Envolver tendo uma boa conversa, envolver com o olhar, envolver com a sua postura, envolver com o seu modo de ser. Tudo isso, tudo isso é muito mais importante, a roupa que você usa é apenas um complemento.

 
DIVULGAÇÃO
Você já tem um telemóvel enquanto acompanhante, mas ainda ninguém sabe que você é acompanhante, ninguém tem o seu número. Ninguém vai adivinhar.


Para ter clientes, então, você tem que se divulgar, você tem que se divulgar enquanto acompanhante.

Nos tempos de hoje, é indispensável ter um website. E é sobre isso que falarei em breve, no próximo post desta série.

Antes de criar o seu website
- Você precisa de um nome. Nome e sobrenome de preferência. E um nome para o seu site também, claro.

- Escolha um nome e endereço que sejam fáceis de memorizar.
- Faça uma busca no google, afinal não convém que o nome que você tiver escolhido já esteja a ser utilizado por alguém.
 
Crie o seu primeiro site
Primeiro de tudo, não fique pensando que criar um website é um bicho-de-sete-cabeças. Já foi mais difícil, quando tudo começou, mas agora? Agora há ferramentas que podem facilitar em muito a sua vida, há tutoriais que você pode baixar de graça, ou seja, só não aprende quem não quer.


Você pode alojar o seu site de graça em vários locais, basta você fazer uma breve pesquisa pela internet e, claro, ler os regulamentos.

Fora todas essas facilidades, você pode também criar um blog ao invés de um site, e não tem coisa mais fácil que criar um blog, tudo já vem quase prontinho para você, mais mole que isso só sopa de minhoca.

Abaixo deixo um post que coloquei no fórum secreto das acompanhantes, se calhar tem até mais utilidade aqui.



Como criar seu blog gratuitamente
- Blogger: https://www.blogger.com/start

- Wordpress: http://wordpress.com/


Aconselho muito mais o Wordpress - é o que utilizo na maior parte dos meus blogs - mas abaixo estarei falando das vantagens de um e outro.

Principais vantagens de criar um blog no Blogger:

- Criar um blog no Blogger é simples e muito rápido. Além disso, como o Blogger pertence ao Google, se você já tem uma conta no Gmail acaba por ser tudo mais fácil ainda, porque desse modo você pode gerir todos os serviços Google que utiliza.

- Mensagem inicial de conteúdo adulto: É algo que o Wordpress no momento ainda não tem. Segundo a legislação, todo site com conteúdo adulto deverá ter uma mensagem inicial avisando que a entrada não é permitida a menores de 18 anos.

- Mudar os layouts: Tanto o Blogger quanto o Wordpress oferecem uma colecção de templates à sua escolha para o seu blog. A questão é que, usando o Wordpress no modo gratuito - ou seja, excepto que você tenha um domínio e alojamento próprios -, você só poderá utilizar aqueles templates que o Wordpress disponibiliza, na maior parte das vezes sem poder alterá-los muito - excepto a imagem do topo, sidebar… -, excepto que pague por isso. Já no Blogger não, no Blogger será possível sim, caso você queira e entenda um pouco de html, usar um outro layout ao invés de um daqueles oferecidos pelo Blogger.

Principais vantagens de criar um blog no Wordpress:

- Também é muito simples criar um blog no Wordpress. Aliás, você pode criar vários blogs e geri-los facilmente sempre que fizer o seu login.

- O Wordpress é uma plataforma que está sempre em crescimento.

- O Wordpress oferece algo que o Blogger ainda não oferece: estatísticas diárias sobre o número de visitas do seu blog, posts mais lidos, links recebidos de outros sites, etc.

- Se um dia você pretende ter um domínio e alojamento próprios, usando o Wordpress você terá uma série de funcionalidades que te ajudarão a melhor administrar o seu blog. Há plugins fantásticos que automatizam muita coisa. Além disso, todos os seus posts ficarão alojados numa base de dados.

- Privacidade: quando você cria um blog no Wordpress, você pode permitir que ele esteja visível nos motores de busca e arquivadores (o que de quebra já facilita na sua divulgação), como também pode marcar para que não apareça nos motores de busca, ou, inclusive, pode defini-lo para que apenas aqueles que você escolher possam entrar no seu blog. (O Blogger também tem esta opção, mas tem um limite de pessoas que você pode adicionar). Mas, além disso, você também pode ter um blog aberto para todos e colocar senha em alguns posts. Eu, por exemplo, fecho com senha alguns posts do meu blog - neste caso, não estou falando apenas daqui que é o meu blog pessoal, mas do blog que tenho para os “clientes” - e só dou a senha para quem quero.

- Administrar o blog no Wordpress é muito fácil. Além disso, se você não tem tempo de escrever hoje, pode escrever e programar um post para entrar num outro dia no blog. O Blogger hoje tem esta opção também, mas quando esta opção chegou ao Blogger, já era possível fazer isso no Wordpress há muito tempo.



Outras opções
É claro que há mais, há muitas outras formas de você criar o seu site ou blog muito facilmente. As formas que citei acima são apenas as mais fáceis e confiáveis. Basta entrar, fazer o seu registo caso ainda não tenha feito, seguir os passos para criar o seu blog, ou seja, dar um nome ao blog, estabelecer um endereço, escolher o layout, e depois é só adicionar os textos ao blog, prontinho.


Não aconselho que criem sites em certos servidores que depois ficam enchendo a sua página de banners pop-up. Ninguém gosta disso, muito menos aquele que vai querer ser seu cliente.

Você não precisa ter o melhor website logo no começo. Um bom website, bem planeado, com um bom texto, uma boa divulgação, já ajuda muito. Avance aos poucos, é o conselho que dou, até porque, após criar um website, não significa que você deve criá-lo e não fazer mais nada, haverá trabalho a ser feito constantemente, haverá mudanças que você mesma vai querer fazer constantemente. Isso é, se você quer visitas, se você quer retorno, se você quer melhorar cada vez mais a sua imagem enquanto acompanhante.

É claro que aconselho que, mais tarde, você tenha domínio e alojamento próprios, até porque isso é mais uma garantia para o cliente. O cliente sabe que, se você não tem apenas um site gratuito, mas tem um domínio e alojamento próprios - ou seja, paga por isto, pelo alojamento e domínio - maior é a garantia da sua seriedade, afinal de contas qualquer uma pode criar um site ou blog enquanto acompanhante gratuitos, dizer que é acompanhante… e afinal não ser. E, a partir do momento em que você tem um site ou blog com domínios e alojamentos próprios, pelo menos passa uma melhor imagem sua ao cliente, ou seja, a imagem da sua seriedade. Mas é uma coisa que você pode para deixar para fazer depois também. Eu, por exemplo, comecei com um site gratuito no Sapo, depois tive blogs gratuitos no Blogger. Quando criei o meu blog pessoal e vi que o número de visitas já justificava, comprei o meu domínio e alojamento próprios. Uma boa é fazer o site com: http://www.asglamurosas.com/sites/.


Que informações colocar no seu site?
a) Como quero me divulgar perante aquele que quero atender?

b) Qual é o tipo que público que quero atingir?

c) O que você quer desse público e o que você tem a oferecer?

d) O que quero que as pessoas saibam através do meu website, e o que é que quero que elas saibam apenas quando me contactarem?


Pense, se inspire e… escreva!



Sobre seu perfil
1- Perfil e fotos: Aquele que te contacta quer saber como você é. Suas medidas, cor da sua pele, idade, etc.


Recebo muitos e-mails sobre isso, ou seja, de pessoas que perguntam se terão aceitação se têm o corpo diferente dos padrões, se uma mentirinha poderá causar problemas, se a cirurgia plástica do Photoshop poderá causar problemas, etc.

Esta é a minha opinião:

Não existe algo perfeito para todos. E sei disso, sei em função dos anos de actividade. Já trabalhei com mulheres lindíssimas, o meu próprio queixo caía perante elas… e tinha tantos quantos, ou mais e melhores clientes que elas. Assim como já trabalhei com meninas que não eram nem de longe um exemplo de beleza, mas que colocavam muita mulher gostosa no chinelo no que diz respeito a saber cativar, a saber acarinhar, a saber se relacionar, logo tinha mais clientes que todas as outras que tinham apenas uma boa embalagem.

Acho que é preferível você se divulgar como você é, e atrair pessoas que gostam de você do jeito que você é - sim, claro que haverá quem goste de ti como você é! - do que atrair pessoas que vão atrás de uma outra, que afinal não é você.

Apesar de saber da forma vaidosa com que muitas acompanhantes se divulgam, eu, ao contrário, sempre preferi me divulgar de forma até mais, digamos assim, humilde. A questão é a seguinte: eu até prefiro me divulgar de forma mais humilde, e me encontrar com um homem, e ele ficar surpreendido pela positiva com aquilo que encontra ao vivo, do que o contrário, risos, de eu dizer que sou a última bolacha do pacote e, na hora do encontro ao vivo, o homem acabar não achando que sou isso tudo que disse que sou.

Porque deixa eu te dizer uma coisa: se você pensa que o silicone por exemplo é um investimento na sua actividade, se enganou. Como cartão de visitas pode ajudar, mas talvez ajude a atrair mas não ajude a manter. Você precisa ser muito mais que um par de pernas.

Já aconteceu muitas, muitas e muitas vezes. Várias colegas minhas se divulgavam enquanto irresistíveis - lembra da minha amiga M.? A gente caiu de rir uma vez com o anúncio, tinha palavras horrorosas, do tipo “princesinha” e “irresistível”, pelamordasanta, tem coisa que é mesmo muito brega, desculpe dizer - e que são isso, e que são aquilo, e que são mais não sei o quê, e que são melhores que todas as outras, etc. E depois se gabavam: “Ai, esses clientes me acham o máximo, eu sou mesmo maravilhosa”, etc. e tal. E depois eu venho saber, da boca dos clientes: “Paula, não é querendo denegri-las. Até são boas acompanhantes, mas não tão boas o quanto elas próprias julgam ser, não tão perfeitas o quanto julgam ser. Não, Paula, não são melhores que as outras. Não são aquilo que dizem de si próprias.” E não ouvir isso da boca de qualquer Zé-Mané não, mas de um cliente que elas próprias tenham me dito ser um dos seus melhores, os que mais lhes veneram, etc. Bom, aí é dose, não é não?

A questão é a seguinte: há gosto para tudo. E eu não tenho que achar que o meu padrão tem que ser o padrão de todos. Eu não tenho que achar que todo mundo tem que ser obrigado a gostar de mim e de como eu sou, mas, posso sim, expor-me como sou e atrair aqueles que gostam de mim como sou, ao invés de atrair aqueles que gostam de mim do jeito que gostariam que eu fosse ou do jeito que apenas eu acho que sou, risos.

A questão é que, se entrar em grandes exageros - mesmo que estes exageros sejam verdade, ou que sejam verdade para mim por acreditar neles - é claro que o cara vai ter uma expectativa muito alta, e, se essa expectativa for alta, muito grande será a possibilidade de ele se desiludir.

Se alguém tem expectativas demasiado altas quanto a mim, certamente a culpa não será minha, porque faço de tudo para impedir que isso aconteça. Aliás, risos, risos, eu até me saboto muitas vezes, risos. (Não façam isso! Este é um comportamento completamente errado meu, mas é que sou eu que não tenho mesmo jeito, risos.) Mas é porque eu sou muito natural, é isso. Eu brincando com o Paternal: “Ai, Paternal, é que o meu peito está caindo”. Ele ri, aquele sorriso lindo de morrer que só ele tem, diz que estou exagerando, diz que o meu peito é lindo, que não está caindo nada, mas eu com ele: “É que você veio aqui nos dias em que ele estava bonitinho. Mas tem dia que ele cai sim”. Isso lá é coisa que se diz? (Risos, risos). Mas eu sou assim, até debocho de mim mesma, risos. Mas veja bem: é o meu modo natural de ser, eu falo todas as coisas num grande tom de alegria, nem parece que estou falando algo triste, risos, risos. E aquele que está comigo, que já se habitou a estar comigo, que me visita há anos, nem está lá se importando se estou a falar a sério ou a brincar que o meu peito está caindo, risos, até porque são homens que buscam por outros tipos de coisas em mim.

Então, com toda essa naturalidade que tenho, se alguém tiver expectativas muito altas - em coisas que nunca fiz questão de enaltecer - será porque esta pessoa que criou essas expectativas, não eu. Porque, bem ao contrário, eu não alimento essas expectativas. Até porque eu não me divulgo dessa forma. Eu não me divulgo enaltecendo as minhas qualidades físicas, eu não me divulgo dizendo que sou a mais gostosa, até porque, se fosse para me divulgar desse modo, quantas bundas maiores que a minha não há por aí? Nem seria inteligente da minha parte me divulgar a partir de algo que um homem poderia encontrar igual - ou melhor, risos, risos - em pelo menos muitas outras.

Garanto sim que, quando me encontro com um homem, vou fazer de tudo para lhe proporcionar um bom momento. E não estou a brincar quando falo nisso. Há toda uma preparação, todo um trabalho da minha parte, toda uma dedicação. Se algo não vir a correr bem, tenha a certeza, não foi por falta de tentar da minha parte, não foi por falta de entrega da minha parte, não foi por falta de trabalho da minha parte. Sim, terei tentado, terei tentado o melhor.

Mas, quanto aos outros aspectos, nunca tentei me promover através deles, até porque não sigo moldes, nem acho inteligente me promover em função de coisas que outras podem ter igual.

Ou seja, se acontecer isso de alguém criar expectativas demasiado altas, a culpa não será minha, e eu só lamento por ele, risos, risos, risos. É como diz aquela frase do Machado (de Assis): «Antes cair das nuvens do que de um terceiro andar», risos, risos, só lamennnnnnto.

 
 
O meu melhor conselho
Agora falando sério. Quer dizer, mais sério.


Primeiro de tudo, você tem que aprender a se amar. Se você não se ama, não espere que alguém te ame. Se você não se valoriza, não espere que alguém te valorize.

Mesmo que você tenha defeitos - quem não tem? -, certamente terá qualidades, certamente terá coisas que compensarão os defeitos que tem. Por exemplo, eu só tenho 1.62 de altura. E aquele que me procura, não será apenas pelo facto de eu ter 1.62 de altura, mas muitas vezes por ter encontrado outros pontos em mim que possam compensar o facto de eu ter uma baixa estatura. Aí podemos estar falando de coisas físicas, da personalidade, do atendimento, etc.

Lembra do cliente da minha amiga, o tal alemão que não gosta de loira? Eu não tenho que ficar triste porque ele não gosta de loira, eu não tenho que me sentir rejeitada apenas porque ele não gosta de loira. (E pior, risos, risos, eu nem sou, estou! Mais: eu até me prefiro morena, mas deixo o loiro porque é uma espécie de “marca”.) O que tenho, simplesmente, é que me preocupar com aqueles que me aceitem como sou ou que aceitem certas características minhas como boas para si.

Resumindo e concluindo: bobagem você se divulgar de forma enganosa. Até porque, será você a maior prejudicada. Se você divulga como realmente é, maior a hipótese de conhecer pessoas que gostem de ti realmente como você é. Você será mais feliz assim.

 
Mentiras aceitáveis
Não estou dizendo que nunca menti, ou que não minta. (Até para dizer isso sou honesta. Cruz credo em mim).


Mas as minhas mentirinhas são completamente aceitáveis, porque não lesam ninguém, não enganam ninguém, nem foram ditas com este propósito.

Por exemplo, quando eu era mais nova - tipo, 22 anos - eu aumentava a minha idade. Aumentava porque era muito procurada por garotos de 18 anos, e eu queria atender homens mais velhos. Eu não aumentava 10 anos, eu aumentava 2 ou 3. Ou seja, não era uma mentira grande. E como eu estava com o cabelo bem curtinho nessa época, e sabendo que o cabelo mais longo dá até um ar mais jovem, até que nem se notava.

Há certos dados, também, que se coloco na minha página, acabo me comprometendo. Digo, acabo por ser reconhecida por pessoas que me conhecem de outro modo, e não enquanto acompanhante.

A questão das minhas fotos, por exemplo, é esta. Se prefiro até uma baixa resolução, se chego a preferir uma baixa qualidade inclusive, é porque morro de medo de ser reconhecida. Não estou lesando ninguém: o que o homem quer saber, está lá. O objectivo da foto na minha página é ele ter uma ideia de como sou: como é o meu corpo, se sou alta, baixa, gorda, magra, se tenho peito, se não tenho peito, se tenho bunda, se não tenho bunda, e não contar cada sinalzinho que possa ter no corpo. Não quero ganhar um concurso de fotografia, só quero que ele saiba mais ou menos como sou, e já está bom.

Não, não estou dizendo que você deva fazer o mesmo, até porque aconselho que um bom trabalho em termos de fotografia seja feito. Estou falando que foi o que fiz e que não me arrependo de tê-lo feito, até porque me trouxe os resultados que almejava. Mas veja só: cada caso é um caso. Eu não comecei na web, eu comecei com anúncios no jornal, tendo que convencer ao público que eu queria atender com um simples anúncio de jornal com 10 palavras. (Nesta altura, os anúncios traziam retorno). Ou seja, desde o início a minha melhor forma de comunicação era através da palavra. E depois, mesmo quando entrei na web, e em função de ter tantos blogs, tantos textos por aí, a minha melhor forma de comunicação também continuou sendo a palavra. Tenho muitos clientes, ainda hoje, que nunca tinham visto uma única foto minha. Ou seja, se não dou grande destaque para a fotografia, é justamente porque houve todo um trabalho lá atrás que já foi assim, já começou assim.

Não estou dizendo que contigo deva ser o mesmo, nem aconselho o mesmo. No meu caso, continuei sem investir tanto na fotografia porque foi uma decisão minha. Vi que o objectivo principal era cumprido, ou seja, consegui atrair, através do meu website, óptimos clientes. Clientes que vinham e voltavam, sobretudo. E pronto, para mim não havia sentido fazer diferente. Até porque o que penso é o seguinte: ao vivo, as coisas têm que ser ainda melhores do que numa fotografia. É no contacto ao vivo que me preocupo, é a ele que me dedico mais, porque para mim não faz sentido eu ter todo um trabalho na minha divulgação para, num contacto ao vivo, tudo não ser tão perfeito como o era na foto.

(Fora isso, claro, há toda uma implicância da minha parte, mas note, eu tenho toda uma história lá atrás que justifica as minhas atitudes. Eu venho do bordel. No bordel, a gente ficava lá, exposta de mini-saia, para quem lá entrasse. Eu não estava exposta apenas àqueles homens que iam para a cama comigo, eu estava exposta para todos os homens que entravam no bordel, e, sinceramente, já não gostava muito disso. Então, quando me tornei independente, o que mais gostei era também isso: quem vem me ver me vê, quem não vem me ver não me vê, e eu me sentia mais segura. Logo não ia fazer, na web, o mesmo que num bordel, ou seja, não ia me expor a mais se já não gostava da exposição toda do bordel. A questão é que eu penso o seguinte: eu tenho que me expor sim, mas àqueles que vão estar comigo, àqueles que se encontram comigo, mas não a todos os outros. Por isso as minhas limitações, justamente por achar que a intimidade não é algo público.)

Note, não estou dizendo que você deva fazer o mesmo. Estou falando que, na minha divulgação, é tudo pensado. Mesmo quando algo possa vir a parecer ruim ou sem qualidade - como por exemplo algumas fotos - tenha certeza: isso foi pensado, isso foi planeado. No ano passado, por exemplo, quis fazer uma experiência diferente e fui a um fotógrafo. As fotos ficaram lindas, mas joguei-as no lixo, não utilizei uma única no meu site. Por que não utilizei se ficaram lindas? Porque não era exactamente o que eu queria. Tinha sim uma boa luz, um bom contraste, uma sombra bonita contornando o corpo. Em termos fotográficos, até para mim que sou leiga no assunto, sei que sim, estavam óptimas. Mas não estavam boas para aquilo que eu queria, não passavam a mensagem que eu queria que passasse, não exprimiam o que eu queria. Resolvi jogar pelo seguro: era melhor não colocá-las, e manter a qualidade daqueles que me visitam, do que de repente mudar o tipo de homem que me procura, apenas por causa da fotografia. Mas note: eu já tenho clientes, eu já conheço os meus clientes, estou contente com isso. É muito diferente de estar começando e ainda nem conhecer os próprios clientes.

(Uma nota engraçada: há uns dois anos atrás um fotógrafo me ligou e disse que, se eu fizesse um outro trabalho fotográfico - com ele, né? - teria melhores clientes. Eu ri. Digo, como é que ele pode me dizer que vou ter melhores clientes se ele não conhece os meus clientes? Como é que alguém pode me dizer que devo melhorar em alguma coisa que isso vai me trazer melhores clientes, se, afinal, já estou contente com os que tenho, com aqueles que atraio através do meu site?)

Tirei fotos com o Neruda nos últimos tempos, é uma experiência que ele também me convidou a repetir e aceitei. Primeiro, há uma intimidade entre mim e o Neruda. Segundo, apesar de as fotos dele serem de excelente qualidade, não afectam em nada - pelo contrário, ajudam - o formato que tenho no meu site. É um estilo próprio, e não um estilo copiado, é o que quero dizer com isso. Digo, eu prefiro ter fotos ruins, sem qualidade, fotos que digo que são “básicas” - só para o homem ter uma noção de como sou - do que simplesmente ter fotos com grande qualidade mas que não são originais. Não, só a qualidade da foto para mim não basta, até preferiria que não tivessem qualidade do que apenas ter fotos pelo facto de elas terem qualidade. Porque veja bem: sempre fiz um trabalho diferente no meu site, logo não faria sentido se as fotos também não fossem algo diferente. Isso encontrei no Neruda, porque, além da qualidade, tem também este grande ponto que para mim é mais importante que tudo: ser algo diferente, e não algo igual ou copiado. E nesse aspecto sempre preferi assim: algo “básico” e com menor qualidade do que algo igual ou copiado, e se aceitei as mudanças recentes foi justamente porque, além da qualidade e profissionalismo, o Neruda tem também esta outra coisa que para mim é fundamental, ou seja, a originalidade.

Mas voltando ao assunto: uma coisa é você fazer um retoque básico da foto, outra coisa é você fazer uma cirurgia plástica com o Photoshop. Nas minhas fotos eu tiro as minhas tatuagens - tiro na foto para não ser reconhecida, mas, na página do meu perfil, lá está o esclarecimento de que tenho sim tatuagens -, tiro uns sinais que tenho, um do lado do outro, e que também poderiam fazer com que alguém me reconhecesse, mas é isso, tudo o que venha a mudar com o photoshop são pequenas coisas, e só com esse intuito mesmo, de não ser reconhecida por quem não me conhece enquanto acompanhante, não para ficar com o corpo da Juliana Paes.

Resumindo e concluindo: ninguém morre porque não vê dois sinais que tenho, nem vai deixar de gostar de mim por causa da existência deles. Mas uma coisa é algo justificável, outra coisa são as grandes mentiras. Lembre-se: ninguém gosta de se sentir lesado ou enganado.

Fotografias
Agora é o seguinte (voltemos à parte prática): você vai precisar de ter algumas fotografias no seu site. E há três formas:


1) Contratar um fotógrafo (se tiver total confiança nele, se gostar do trabalho dele, se tiver dinheiro para pagá-lo)
2) Produzir sozinha ou pedir para algum amigo produzir as suas fotos
3) Um sistema de troca, onde você se oferece como modelo.


Nos fóruns de fotografia, por exemplo, há vários amantes da fotografia - uns mais amadores, outros mais profissionais - que vivem procurando por modelos para o nu artístico. Em muitos casos, inclusive, esses fotógrafos até pagam às modelos para posarem para eles.

É uma questão de saber conversar, tudo o que é conversado é entendido. Você pode, por exemplo, oferecer-se gratuitamente enquanto modelo em troca de ele te dar as fotografias de graça para você utilizar no seu website. Ele ganha do lado dele - a oportunidade de praticar a sua arte, e ainda sem ter que pagar alguém para isso -, e você ganha do seu lado, ou seja, ganha as fotografias de graça e, ainda por cima, feita por alguém que se dedica a isso, quer dizer, ao nu artístico.

(Como esse post é dedicado às mulheres que ainda não são acompanhantes, vale um esclarecimento: não confunda as coisas. Com isso quero dizer: não pense em oferecer outras coisas, tipo “servicinhos sexuais” em troca de outras. Isso é algo que você vai ter que aprender ao longo da sua actividade: a se impor, a se valorizar, a não misturar as águas. )

Essa dica dos fotógrafos do nu artístico estou dando aqui porque acho uma boa ideia. Há anos, há anos mesmo, vivo recebendo essas propostas. Teve um, inclusive, que até queria fazer uma exposição com fotos minhas em nu artístico. O facto de ter recusado as propostas nem era em função de não gostar do trabalho das pessoas, mas em parte pelo facto de eu não me sentir à vontade para ser fotografada por quem não conheço, e num ou dois casos específicos foi por pura falta de tempo na minha agenda para isso.

Mas pronto, fica dada aqui a ideia. Aqui em Portugal, por exemplo, o melhor fórum de fotografia que há é o http://olhares.aeiou.pt/. Conheço há tempos, quando ainda nem fazia parte do portal aeiou, até porque foi de lá - digo, de alguns utilizadores - que recebi as primeiras propostas.

Havendo a aceitação de alguém, deixe claro qual é o propósito, a questão do rosto, etc. Comunicação, minhas caras, é preciso saber comunicar e só se enveredar em coisas onde você sinta total confiança.

A vantagem disso é que você pode ver os trabalhos dos fotógrafos do fórum, assim também ter uma ideia do que pode ser feito se houver uma aceitação de ambas as partes.

Em anúncios de jornal - classificados - também, vez ou outra aparece algum anúncio de alguém procurando por modelos para o nu artístico. É uma questão de estar sempre buscando informação.


 
Recapitulando
Vamos recapitular:


1- Já respondeu a todas essas perguntas num papel?
2- Já comprou o seu telemóvel?
3- Já criou um nome para si enquanto acompanhante e um nome para o seu site?
4- Pelo menos já pensou em como vai ser o seu texto de divulgação?
5- Já tirou as fotografias, e elas já estão contigo?

Se você respondeu SIM a todas as perguntas acima, agora poderemos finalizar o seu website.


As informações do seu WebSite
Você pode criar o seu website do jeito que quiser, mas o básico é o que vou dizer abaixo.


- Seu nome: Seu nome enquanto acompanhante deve estar muito claro na sua página, e de preferência em todas as suas páginas. Com o tempo, ele tem que se tornar uma espécie de marca.

- Página inicial: A página inicial é a primeira que o seu visitante vê. Logo, muita atenção àquilo que coloca nesta página.

- Perfil: As pessoas querem saber como você é. Uma fita métrica ao lado ajuda.

- Fotos: Escolha as que mais gostar e faça o upload para a sua página.

- Detalhes importantes: Há informações que o “cliente” precisa saber. Se você atende em hotéis ou em local próprio, se o seu atendimento é 24h ou em apenas determinados horários, etc.

- Honorários: Isso é algo opcional. Há acompanhantes que colocam, outras que não colocam na página. Se você não coloca na página, as pessoas vão te perguntar por telefone. Esta é uma questão para a qual vivo recebendo perguntas: quais devem ser os meus honorários? O que eu penso é o seguinte: você ainda está começando. Você ainda não conhece os seus clientes. Você ainda não tem experiência. Você ainda não tem uma certa bagagem. Você ainda não tem um “nome”, digamos assim. Copiar os honorários das mais “caras”, digamos desse modo, não é algo muito inteligente. Você ainda nem sabe assim com toda certeza o que vai oferecer. Há toda uma bagagem que vai sendo adquirida ao longo dos tempos. Há toda uma série de melhorias que, inclusive, você irá adicionando ao longo dos tempos. Também não aconselho que os honorários sejam muito baixos. O que estou dizendo, apenas, é que é você que tem que saber isso, você que tem que saber atribuir um valor para o seu tempo de companhia, não um outro alguém que deve estabelecer esse valor por si.

- Contactos: Seu telefone, não se esqueça de deixar o seu telemóvel bem visível. Tenha outras formas de contacto também, como e-mail, msn, etc.

- Banners: Uma página para troca de banners pode ajudar bastante. Crie o seu banner também - pelo menos um 468×60 -, para que, quem estiver interessado, possa já pegar o seu e fazer a troca de banners contigo.

- Elabore um bom texto, de preferência conciso. (Não me siga como modelo, lembre-se que estou há anos na actividade, há muita gente que já me conhece, já sabe as minhas regras, logo, nesse momento, posso ter esses textos longos, mas se lembre que eu comecei, risos… com anúncios com 10 palavras!)

- É importante que o seu texto seja conciso… e também claro. De contrário, receberá telefonemas de pessoas que só vão querer tirar dúvidas contigo.

- Valorize-se, sem ser apelativa.

Se já fez tudo isso na sua página, agora só fica faltando a divulgação do seu site.

 
Divulgando seu site
Pronto, o seu site foi criado. Mas não basta. As pessoas precisam saber que o seu site existe. Então, algumas dicas básicas:


- Cadastre o seu site em motores de busca, directórios, etc.

- Redes sociais podem ajudar a te divulgar. Crie a sua.

- Mensagens em blogs e fóruns podem ajudar, desde que você não tenha um comportamento incorrecto. Entrar num blog com “visite o meu site” é uma forma incorrecta de agir, uma forma de ser ignorada também.

- Tente trocar links ou banners com colegas acompanhantes, mas se lembre: muito raramente uma acompanhante com uma certa experiência vai querer trocar banners com você, que está começando. Indicar alguém é algo sério, e uma pessoa pode se prejudicar, pelo simples facto de indicar uma outra. Espere um tempo, depois que você já for acompanhante, já tiver construído o seu “nome”, tente. Caso, entretanto, alguma aceite te linkar antes disso, entenda como um gesto de amizade para contigo.


Outras dicas:
- Trabalhe na divulgação do seu site constantemente. Não há um trabalho que possa ser feito num dia só. É dia, dia, dia, dia após dia trabalhando, trabalhando muito.


- Trabalhe na melhoria do seu site constantemente também. É até um sinal que você está viva, que não desistiu.

- Quanto melhor for a qualidade do seu site, quanto mais você se empenhar nisso, maior será o seu retorno. Até porque há também uma outra divulgação - e muito mais importante - que acontece: a divulgação boca-a-boca.

- Acompanhe as estatísticas e continue trabalhando. Quem fica parado é poste.
 
 
Fonte: Amante Profissional
 
 
Melhor site de acompanhantes do Brasil!
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Quero ser acompanhante, investimento inicial.

Melhor site de acompanhantes do Brasil!



Esse é um post dedicado ao enorme número de mulheres que me contacta a dizer que quer ser acompanhante e não sabe como começar. Deixo claro novamente que não aconselho que ninguém entre nesta actividade, e que, se aceito falar aqui sobre este assunto, é para que estas mulheres, que já tomaram a decisão de serem acompanhantes, possam correr menos riscos dentro de uma actividade que pouco conhecem.


INVESTIMENTO INICIAL
Eu poderia citar aqui n coisas nas quais você poderia - e deve - investir, mas tomarei por base o facto de, algumas das pessoas que me contactam a dizer que querem ser acompanhantes, estarem numa posição financeira difícil, ou seja, não terem tantos recursos assim para investir na actividade.



Então é o seguinte: se você não tem tantos recursos para investir, deverá começar com o básico, e depois, assim que for tendo um retorno, usar parte do que ganha para ir investindo.


O básico, o básico do básico que você deve ter mesmo é o seguinte: telemóveis e produtos de farmácia. Leia com atenção as dicas - preciosas! - que vou dar nos próximos posts desta série, você vai precisar delas.



Telemovel (Dicas)
O telemóvel é algo indispensável. É a primeira coisa na qual você deve pensar. Você precisa ter um telemóvel, porque é desta forma que os clientes irão te contactar.


Não aconselho que você use o seu telemóvel particular para falar com os seus clientes. Porque, se você faz isso de modo secreto, ou seja, ninguém sabe que você agora é acompanhante, se alguém conhece o seu número, e o reconhece num anúncio, logo saberá que você é acompanhante.

Aliás, ao comprar um telemóvel, aconselho que adicione à sua lista o contacto das pessoas que você conhece na sua vida pessoal e que não quer atender enquanto acompanhante, até porque não quer que essas pessoas saibam da sua nova vida. Não pense que o marido a sua amiga, que o seu professor na universidade ou que o dono do seu supermercado não são “pessoas que procuram acompanhantes”. Primeiro de tudo, se lembre que aqueles homens que procuram por acompanhantes serão as pessoas mais normais, ou seja, aquelas com as quais você pode até conviver diariamente, mas nunca suspeitará disso. Logo, se tem receio que algum conhecido seu lhe apareça à porta, o melhor será gravar o número deles no seu telemóvel, é mais seguro antes que tenha alguma surpresa desagradável.

Se você já tem um aparelho, basta comprar um cartão com um novo número.

Não fique trocando de número o tempo todo, há muitas pessoas que guardam o seu número e não ligam na mesma hora, assim como há aqueles que costumam te visitar, mas depois desaparecem - porque viajam, por exemplo -, mas, quando retornam, voltam a ligar para aquele número seu que têm.

Não ligue para os seus clientes, a não ser que eles te dêem autorização para isso. É uma questão de ética.

Guarde o seu telemóvel como quem guarda a sua própria vida.


Preservativos e outros produtos de farmácia: Tenha, mesmo que não precise.
É claro que, enquanto acompanhante, você não é obrigada a fazer sexo com ninguém, e aquele que te procura deverá saber disso, que, diferente de um contacto com uma prostituta, o sexo não é algo obrigatório, mas algo que pode acontecer se for do consentimento e desejo de duas pessoas adultas.


Todavia, você deve ter consciência de que sim, pode haver uma expectativa quanto ao sexo. Peralá, se você vai se expor num anúncio nua ou numa pose sensual, você quer o quê? É claro que o intuito, pelo menos o intuito de que haja sexo haverá. E é claro que, apesar de você não ser obrigada a fazer sexo com ninguém, você tem que ter, dentro de si, essa receptividade quanto ao sexo. Se não é isso o que pretende, se você não gosta de sexo, se você não quer mesmo fazer sexo com ninguém, se o sexo para si é algo dificílimo, o meu conselho é que não se exponha de forma a incitar o sexo, e que, na sua divulgação, deixe claro, com todas as letras, que nunca, jamais, em tempo algum, irá fazer sexo com alguém.

Mas, se há essa incitação da sua parte, e uma receptividade quanto ao sexo - ou seja, você decidiu que sim, pode vir a fazer sexo com alguns dos seus clientes se houver vontade de ambas as partes -, e, mesmo que o sexo não aconteça nos primeiros encontros, há coisas que você sempre deve ter na sua bolsa, como preservativos e lubrificantes.

Não poupe nos preservativos, pelamordedeus, é a sua saúde e a sua vida que está em risco. Nada de comprar esses preservativos baratinhos, que não têm um selo de qualidade, que não passaram por testes de qualidade antes. Compre, de preferência, marcas conhecidas.

Se você se sente enjoada quando faz o sexo oral a um homem, não compre preservativos com sabor a banana, risos.

Não aconselho que comprem aqueles preservativos muito finos. Muitas prostitutas fazem isso, porque aumentam a sensibilidade do homem, com o objectivo que ele ejacule mais rápido. Mas tem uma desvantagem: quanto mais fino, maior o risco de o preservativo rasgar.

Não confie que o homem levará o preservativo, nunca confie nisso. É da sua responsabilidade levar os preservativos, é melhor que seja assim do que confiar nele. A responsabilidade em relação à sua vida e à sua saúde é acima de tudo sua.





Dicas: Sobre o preservativo, utilizações e procedimentos
1- O preservativo é usado no momento que você vai fazer sexo oral ao homem. Não pense que pode começar antes sem preservativo, e que, se ele não ejacular na sua boca, você não pode pegar uma doença. A lubrificação do pénis, ou seja, os fluidos sexuais que não são apenas o esperma, também podem transmitir o hiv. A regra então é esta, se você quer manter-se saudável: o preservativo é usado desde o início do sexo oral;


2- O preservativo é sempre usado quando vai haver penetração vaginal;

3- Você sabe como colocar o preservativo no homem, não sabe? (E não, o melhor é ser você a colocar do que deixar por conta dele. Não, não estou dizendo que um homem não saiba fazer isso, estou dizendo que uma acompanhante experiente não vai deixar isso por conta dele, ou achar que é obrigação dele. Além disso, você fica mais segura também.) Segure naquela pontinha - o reservatório - com delicadeza, e deslize o resto pelo pénis do homem. É necessário que todo o pénis esteja “encapado” pelo preservativo e que o reservatório fique livre, afinal é o espaço para a entrada do esperma e, se este espaço não estiver livre, maior o risco de o preservativo rasgar com a pressão do jacto de esperma durante a ejaculação.

4- Se você faz sexo anal, troque o preservativo do homem caso já tenham feito a relação vaginal e ele queira, agora, a penetração anal;

5- Se ele já ejaculou e se pretendem continuar o sexo, troque o preservativo. Tem homem que gosta de dar uma de “espertinho”, já gozou e continua a fazer sexo, com o intuito de gozar uma segunda vez. Como o reservatório do preservativo já está cheio de esperma, o risco é grande de que o preservativo rasgue caso ele continue a te penetrar após a ejaculação. Quer fazer sexo de novo? Então peralá, deixa cá eu trocar esse preservativo…;

6- O preservativo pode ser usado, aberto ao meio, para colocar por cima da sua vagina para o caso de o homem querer fazer sexo oral em ti. É uma forma de te proteger caso ele tenha alguma pequena ferida na boca, e de proteger também ao homem caso a mulher tenha o vírus do hiv, dado que os fluidos sexuais também podem transmitir o vírus. O preservativo cortado ao meio é apenas uma alternativa. O melhor mesmo é usar as toalitas oral dams;

7- O preservativo também é utilizado no dedo. Isso mesmo, no dedo. Se um homem for te penetrar com os dedos, ou se você for penetrá-lo com o dedo, deverá colocar um preservativo neste dedo antes de sair enfiando lá. (Existe também, no mercado, borrachinhas específicas para o dedo, mas, na falta desta, o preservativo funciona perfeitamente…) Mesmo que você tenha as unhas curtas, poderá causar ferimentos no orifício anal, e feridas são aberturas para a entrada do vírus do hiv. Lembre-se que os nossos órgãos sexuais são áreas muito sensíveis, logo é necessário todo o cuidado. Além disso, há bactérias nas unhas que podem causar alguma irritação, logo usar o preservativo no dedo é sempre o melhor durante o sexo;

8- Mesmo que o seu corpo tenha facilidade para produzir lubrificação, tenha um lubrificante contigo, à base de água. O corpo feminino pode produzir muita lubrificação quando está excitado, mas o corpo feminino só produz lubrificação até a uma certa hora, depois ele pára de produzir lubrificação sozinho. Tenha um lubrificante contigo, porque, se o seu corpo parar de produzir esta lubrificação, maior será o risco de o preservativo rasgar. Tem homem que não gosta que a mulher use lubrificante, há até aqueles que perdem a erecção com isso. Todavia, um pinto caído não é pior que um preservativo rasgado. Seja firme com ele, ou então dê uma pausa no sexo ou se estimule de outras formas ao invés de tentar continuar com a penetração quando o seu corpo já não tem lubrificação para isso. (Uma nota: saiba que há lubrificantes para o sexo vaginal, outros para o sexo anal, assim como há preservativos específicos só para o sexo anal. Há lubrificantes que podem ser usados com a camisinha, outros que não. Ou seja, não saia comprando nada sem tomar todas as informações antes na farmácia ou no sexshop).

9- Os preservativos não são reutilizáveis. Eu sei que você já sabia disso, mas tem gente que não sabe e avisar nunca é pouco;

10- Verifique sempre a data de validade do preservativo. Não misture os preservativos de uma caixa com os de outra que você comprou em outra altura, assim correrá menos riscos de se distrair;

11- Se o cliente é quem traz o preservativo, e se você não tem toda a confiança do mundo nele, pegue a embalagem e coloque diante da luz para perceber se não há algum pequeno furo - feito com agulha, por exemplo - na embalagem. Não aceite preservativos dele se você não conhece a marca, se não sabe se passou nos testes de qualidade;

12- Guarde os seus preservativos num local seguro, e não, por exemplo, numa gaveta de agulhas ou perto de algo que possa furá-los ou queimá-los;

13- As embalagens dos preservativos não podem ser abertas, por exemplo, com uma tesoura. Abrir com os dentes também não é uma atitude muito higiénica.

14- Há uma variedade de preservativos no mercado. Não adianta só utilizar aquela marca que as outras colegas utilizam. O que pode ser bom para o meu corpo pode não ser bom para o seu. O que é bom com determinado homem pode não ser bom para outro. Há preservativos com várias cores, tamanhos e sabores, e nem sempre pode haver um só que possa se adaptar a todas as situações e com todas as pessoas. Descubra o seu, descubra aqueles que são melhores para si. E teste, experimente, tenha atenção ao seu corpo e ao seu conforto. Eu, particularmente, gosto muito do Control Adapta, é o que uso mais, mas note aquilo que eu falei, o que é bom para mim pode não ser bom para ti.

15- Os preservativos você pode comprar na farmácia, e pode também, se preferir, até comprá-los pela internet, chega numa caixa discreta e tudo, ninguém fica sabendo que ali dentro tem preservativos. Se está em Portugal pode escolher os seus preservativos aqui (aconselho os lubrificados e com reservatório, caso contrário o risco de rasgar o preservativo é maior), se preferir comprar em Espanha, veja aqui, por vezes os preservativos em Espanha podem ser um pouco mais baratos, mas confie apenas no que diz respeito às marcas conhecidas. No Brasil, compre preservativos com o selo do Inmetro. Se não tem preservativos, não faça sexo. Não há desculpas como por exemplo “não tenho dinheiro para comprar preservativo”. Postos de saúde no Brasil, por exemplo, distribuem preservativos gratuitamente. (Obs.: vocês não precisam comprar os preservativos através das páginas que indiquei. É apenas para vocês conhecerem algumas opções que há, depois vocês compram onde quiserem).

Poderia acrescentar uma 16ª dica: depois de seguir as 15 dias, relaxa e goza. Mas não é bem assim não. Você precisa aprender a ter prazer durante o sexo e, ao mesmo tempo, não perder a atenção em todos esses detalhes. Como é que se consegue isso - fazer sexo com um homem e ao mesmo tempo estar atenta ao facto de estar tudo bem, de o preservativo não ter rasgado, etc? Com a prática. Com a prática você consegue até sentir prazer e, ao mesmo tempo, não se desligar de todas essas questões importantes.


Notas sobre a higiene íntima
Quem faz sexo com mais regularidade sabe o quanto é ainda mais importante a higiene íntima. Ter um sabonete adequado para a lavagem da vagina, assim como a lavagem interna com Betadine podem ser muito importantes. Mas há uma nota, super necessária: não exagere. O corpo é sábio, e toda a lubrificação interna que temos na vagina, por exemplo, é uma espécie de protecção que temos. Ou seja, se você elimina essa protecção, ficará exposta a, por exemplo, entrada de fungos. Visite regularmente o seu ginecologista.


Ah, outra coisa importante: Não confie apenas no preservativo como método anticonceptivo. E se você dá um azar - bate na madeira três vezes - de um preservativo rasgar?


Complexidades
Como devem ter visto, o simples acto de usar o preservativo é uma coisa complexa. Você achava que era só colocar e pronto, não é? Então, não é assim não, enquanto profissional você tem que estar muito mais atenta, por ti e pelo seu cliente, que se for um homem sério também não vai querer que o preservativo rasgue.


Preparem-se para mais complexidades em breve, com as novas partes desta série.





Fonte: Amante Profissional


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É cada vez maior o número de pessoas, principalmente mulheres, que me contactam com os mesmos propósitos: querem ser acompanhantes e querem dicas sobre como começar, e também, principalmente, como evitar de cair em armadilhas e como ter os melhores clientes.

Como sabem, não é algo que aconselho para ninguém. Mas se você, por si própria, sozinha, já tomou a sua decisão, já colocou tudo nos dois lados da balança, e resolveu mesmo ser acompanhante, abaixo deixarei as dicas que tanto me pedem.

1- Antes de tudo:

a) O que mais me perguntam, por e-mail, é se posso aconselhar alguém para quem possam trabalhar, seja isso uma casa ou uma agência. Não posso aconselhar isso, porque se estivesse aconselhando, segundo a legislação vigente, estaria aconselhando e estimulando o proxenetismo, que por lei é crime. Também me contactam muitas pessoas enganadas, achando que, em função da quantidade de conteúdos que tenho no meu site, das dicas que dou inclusive, que sou agenciadora ou tenho uma espécie de agência. Não, queridas, não é nada disso. Sou uma acompanhante independente, trabalho apenas para mim. Mas além de não aconselhar que trabalhem para alguém pelo facto de ser crime, muito sinceramente, não aconselho também porque, afinal, eu no passado já trabalhei para os outros, e garanto, não tem coisa melhor que você trabalhar para si própria. A desvantagem é que você fica um pouco sem bagagem se trabalha apenas sozinha, mas pode contar, terá menos problemas e maior liberdade. Terá muito mais trabalho para se divulgar? Sim, afinal você vai fazer tudo sozinha, ao invés de ter alguém que lhe manda clientes ou de estar numa casa onde os clientes aparecem. Mas não é impossível ser independente não, basta você ter espírito empreendedor, basta você não ser o tipo de pessoa que fica esperando as coisas caírem na sua mão.

2- Definições:

Se então você decidiu ser acompanhante independente - o contrário não posso aconselhar, não esperem isso de mim -, antes de tudo você precisa ter uma ideia muito clara daquilo que pretende.

Pegue num papel e faça anotações, respondendo às perguntas abaixo:

a) Quais são os seus dados físicos (reais)?
b) Quais são as características do seu comportamento social e, inclusive, do seu comportamento sexual? O que para ti é aceitável e o que para ti é inaceitável (socialmente e sexualmente)?
c) Qual é o tipo de homem com quem você gosta de relacionar - socialmente e sexualmente -, e qual aquele também com o qual você não gostaria de se relacionar?
d) Qual você acha que poderá ser o seu diferencial perante as outras acompanhantes? (Porque, se você pensa que basta ser igual ou ter o mesmo perfil está muito enganada. Para quê um homem iria escolher ficar contigo se há outras por aí tão iguais?)
e) Qual será o público que pretende atender? Homens? Mulheres? Casais? Mais maduros? Mais novos? Com mais recursos financeiros? Com menos recursos? (Defina tudo com muito detalhe, e tenha consciência que, maiores forem as suas restrições, melhor será o público que atenderá - porque será o público que pretende, aquele que você realmente pretende atender - mas também tenha consciência que, maiores as suas restrições, maior também será o seu trabalho para chegar ao público que pretende. Se a preguiça é uma das suas características, se acha que ser acompanhante é algo fácil, talvez aqui você sinta vontade de desistir.)
f) Onde será o seu atendimento? Tem local próprio para atendimento? Prefere atender apenas em hotéis?
g) Qual é o horário que tem disponível para os encontros? Só durante o dia, 24h?
h) Qual é o horário que tem disponível para os encontros, para a comunicação com os “clientes” ou “aspirantes a clientes” e para a sua divulgação?
i) Tem recursos para investir nessa actividade e para a sua promoção nessa actividade? (Não quer dizer que a resposta tem que ser sim, essa pergunta é apenas para poder definir melhor a sua estratégia).
j) Qual é o seu comportamento perante as adversidades? (Pense em diversas adversidades, estude as suas reacções, e analise também como melhor poderia se comportar perante cada tipo de adversidade).
k) Quais os conhecimentos que tem sobre o sector? (Se não tem conhecimento algum, adquira. Visite sites, blogs, leia artigos de jornal, livros, tudo isso vai ser importante para te ajudar na sua - nova - actividade, mesmo se os cenários mostrados sejam diferentes do seu ou daquilo que pretende do seu.)
l) Quais são os conhecimentos que teve ao longo da vida - profissionalmente, nas relações pessoais e sociais - que acha que poderão te ajudar nesta sua nova actividade enquanto acompanhante?

Não pule nenhuma pergunta, responda todas. Não pense que, para ser acompanhante, basta decidir “quero ser acompanhante e pronto”, é preciso pensar em tudo que é proposto acima. Se você não estiver consciente de todas as respostas acima, muito mais difícil será definir a sua estratégia.

E é sobre isso que estarei falando no próximo post desta série, sobre a estratégia, ou seja, no próximo post virei com dados mais práticos sobre como se tornar uma acompanhante pela primeira vez, ou seja, sobre como começar.

Notem que, ao aceitar falar sobre este assunto aqui, não é de forma alguma querendo estimular alguém a entrar na actividade, até porque não aconselho ninguém que entre nesta actividade. Pelo contrário, esse post é destinado àquelas que já tomaram a sua decisão de entrar na actividade, que de qualquer modo entrariam, mas que não sabem como começar, não sabem como evitar armadilhas, não sabem como sobreviver neste mundo que pouco conhecem. Ou seja, o meu objectivo, ao esclarecer tais dúvidas, é muito mais de evitar que estas mulheres, que já tomaram a decisão de serem acompanhantes, não caiam nas redes de proxenetismo e de tráfico, sabendo que sim, podem ser independentes, podem ser donas dos seus corpos, das suas vidas e das suas vontades.

Fonte: Amante Profissional

21/09/2009

Depoimentos de garotas de programa - Revista Epocá

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Conheça as histórias de seis meninas que escolheram a prostituição como profissão


 
Alana, 20 anos, prostituta há seis meses no Rio de Janeiro, cobra R$ 400 e faz cerca de quatro programas por dia, de uma hora cada
 

"Comecei a fazer programa há seis meses. Antes, eu trabalhava como babá e no meu último emprego ganhava R$ 400 por mês. Hoje, ganho R$ 1.600 por dia. Estava desempregada há mais ou menos um ano e lendo os classificados de emprego acabei parando na parte de garotas de programa. Vi que elas ganhavam em uma hora o que eu levava um mês para receber, aturando patrão. Procurei uma agência, fui entrevistada e no mesmo dia comecei a trabalhar. O primeiro homem já estava lá me esperando, um coroa que devia ter uns 50 anos. A dona fez questão de dizer que era a minha estréia em programa. Deu nojo, queria que acabasse logo. Faço programas principalmente na Barra da Tijuca (bairro nobre do Rio). Geralmente os homens, em sua maioria casados, marcam em motéis, poucos são em casa. Quando eu comecei tinha namorado, mas com o tempo fui tomando nojo de homem. Eles são todos iguais: traem as mulheres. Tem cara que chega no motel e liga para a mulher todo cheio de amorzinho. Dizem que sair com prostituta não é traição, mas eu acho que é. Sempre que eu saio para um programa eu sinto uma angústia, um medo de não voltar mais, de encontrar alguém violento, que não queira pagar. Antes eu trabalhava com agência, mas agora faço tudo sozinha, me exponho mais. Não tive muita chance na vida, fiz o Segundo Grau, mas quero mudar. Não sei bem o que eu quero da vida, mas o que eu não quero eu sei: não quero continuar fazendo programa. Tenho clientes fixos, que aparecem toda semana, com a mesma história. Já recebi propostas de casamento, mas eu não aceito, porque eu sei que o cara vai se casar comigo numa semana e na outra estará na cama com prostituta. Já ganhei uma moto de um cliente, que eu vendi. Em pouco tempo, eu consegui pagar todas as minhas contas e comprar computador, roupa, celular da moda, tudo. O difícil de largar essa vida é se conformar em trabalhar depois para ganhar uma mixaria. Minha mãe sabe o que eu faço, só ela. Eu tive uma briga com uma das meninas da agência e ela de vingança ligou para a minha mãe e contou tudo. Minha mãe é evangélica, conservadora, mas ententeu o meu lado. Ela sabe que não gosto mas já viu que por enquanto não tem jeito. Uma coisa estranha que aconteceu é que hoje eu perdi a vontade de fazer sexo. Não tenho mesmo. Acho que é mentira de quem diz que gosta, mas a gente finge para o cliente ficar satisfeito. Não tem como você gostar de uma coisa que envolve dinheiro, você sabe que está se vendendo. De vez em quando eu fico deprimida e aí vou ao shopping e compro algumas coisas para esquecer. Vestido de roupa de marca de R$ 400 e penso: isso só me custou uma hora de trabalho. Meu sonho é andar pela rua como uma pessoa normal, saber que eu sou normal, que eu trabalho em algo normal. Hoje em dia, quando eu ando por aí, eu fico pensando que as pessoas olham para mim e pensam: essa mulher é prostituta. Me visto normalmente, sou discreta, até porque às vezes eu tenho que ir à casa dos clientes. Mas, para mim, está escrito na minha testa: sou prostituta."
 
 
 


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Mel, 18 anos, é garota de programa há oito meses em São Paulo, cobra R$ 500 o programa


Comecei porque meu pai é advogado aposentado e minha mãe é falecida. Eu sempre quis ser médica e a faculdade é muito cara e eu não tenho como pagar. Aí pensei: vou virar prostituta. Procurei na internet, descobri o Romanza (casa noturna de São Paulo onde se concentram cerca de 250 garotas de programa por noite) e fui pra lá. Comecei a fazer stripper também. Aprendi tudo lá. Não foi muito assustador porque a casa parece uma balada. Perdi a virgindade com 14 anos mas não sei com quantos caras transei antes de vir para a noite. Eu moro sozinha e meu pai não sabe. Faz dois meses que ele mudou pra Alagoas. Tenho uma irmã mais velha, ela tem 35 anos. Começamos a fazer terapia familiar e em uma sessão acabei contando a verdade pra ela. Foi um alívio, eu precisava contar pra alguém. Ela conversou muito comigo, me deu conselhos. Meu pai pensa que eu trabalho com eventos. Eu gosto do dinheiro. Poucas vezes senti prazer. Vou começar minha faculdade agora, a mensalidade é de R$ 3.000 (medicina veterinária). Comprei um carro. O ruim da profissão é não ter vida social direito, não ver a luz do sol e mentir para as pessoas que mais amo. Vou dormir geralmente umas 7h da manhã e acordo às 16h. Vou pra academia e venho trabalhar. Agora com a faculdade, que é integral, vou trabalhar mais atendendo pelo telefone e também por site. Gasto uns R$ 2.000 com beleza por mês. Antes eu era instrutora de uma escola de informática e ganhava R$ 350 mensais. Cobro no mínimo R$ 500 o programa e tiro uma média de R$ 6.000 por mês. Eu não gosto de "boy", gosto de cliente mais velho, de 50 pra cima. Chego na noite, dou um "close" e já vejo os que têm essa idade. Com eles é mais rápido, às vezes nem rola sexo. Eu nunca tinha beijado mulher, beijei aqui, mas percebi que não tenho dom nenhum pra ser lésbica. Meu primeiro dia na noite foi numa suruba. Já tive cliente famoso, a maioria jogador de futebol. Tenho um namoradinho, cliente meu. Ele é casado, quando está em crise me procura, me dá dinheiro. Mas eu sinto falta dele."




Glossário:

Dá um close: paquerar na balada

Boy: meninos entre 18 e 25



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Aline, 21 anos, trabalha na noite há dois anos, em São Paulo, cobra entre R$ 300 e R$ 500


"Eu sou de Minas e comecei tem uns 2 anos. Uma amiga minha trabalhava aqui na noite e eu vim para conhecer. Gostei e vim pra ficar. Vim por necessidade mesmo. Na minha cidade eu terminei o colégio e não tinha emprego nem nada pra fazer. Contei para minha mãe assim que vim para São Paulo. Ela não fala nada porque eu ajudo com dinheiro em casa. Meu pai não sabe. Acha que tenho namorado e que trabalho com ele. Minha irmã mais nova também sabe. Já veio para cá duas vezes e também fez programa. Mas disse que não gostou de São Paulo para morar. Eu cobro de R$ 300 a R$ 500 e dá pra tirar cerca de R$ 10 mil por mês. Eu estou juntando dinheiro para abrir um negócio na minha cidade e voltar a morar lá. Acho que em mais um ano eu consigo. Gasto R$ 500 com beleza. Perdi minha virgindade aos 18, quase 19 anos, e tinha transado apenas com duas pessoas. Não faço programa com homens que usam drogas ou que não me tratem com respeito. Faço aula de axé e caminhadas todo dia. Durmo por volta das 3h, 4h. Não faço programa mais tarde que isso. Acordo meio-dia e fico na internet, na casa das minhas amigas (outras prostitutas que moram no mesmo prédio)."



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Juliana, 23, cobra até R$ 800 por programa


"Comecei com 18 anos e fiquei um ano na ativa. Depois fui estudar, comecei a trabalhar vendendo roupas em uma loja, namorar. Fiz dois anos de jornalismo de moda. Fiquei 4 anos um pouco afastada da noite e voltei há um. Uma amiga minha me levou para a noite. Na primeira, a recepcionista da boate me convidou para fazer um show. Depois do show um gringo me fez uma proposta boa e eu acabei saindo com ele. Não venho trabalhar sempre. Moro com minha família e ninguém sabe o que faço. O dinheiro aqui é muito fácil. Em uma hora você ganha o dobro, triplo do que ganharia em um mês em outro lugar. Trabalho também com eventos e divulgação de produtos em uma agência. Quando comecei a namorar ainda fazia programa e ele sabia. Essa vida vicia. A juventude da gente não é pra sempre. Tenho que me preocupar com meu futuro. Durante os quatro anos que fiquei estudando eu vinha de vez em quando, as vezes depois do trabalho. Vinha quando batia a necessidade. Minha família é de classe média, e meus pais têm a mente bem aberta, mas iam ficar assustados se soubessem por causa da educação que me deram. Eu venho por vaidade, capricho mesmo. Quero comprar alguma coisa e venho. Pretendo um dia não vir mais. Mas acho que eu sempre vou acabar vindo nem que seja pra rever pessoas queridas. Venho para trabalhar e não para me divertir. É uma troca: eles vêem em busca de prazer e a gente oferece companhia. Muitos nem querem sexo, querem sair para jantar, estão viajando e as esposas estão longe, não conseguem arrumar uma companhia bonita. As vezes tenho orgasmo. Depende do cara mesmo. Muitas meninas acabam enjoando de homem e viram lésbicas. Quando eu não sinto prazer eu tento disfarçar ao máximo. Os pontos positivos do programa resumem-se ao dinheiro fácil. Os negativos são os de não conhecer a índole da pessoa que você está saindo, não saber o que ela pode fazer com você, além das doenças. A maioria dos programas são rápidos. Rola muita ejaculação precoce. A molecada demora mais. Não faço questão de gente bonita, só exijo que seja higiênico."

26/08/2009

Acompanhantes do Brazil, scort

Acompanhantes de luxo do Brasil é aqui!
Salvador – São Paulo – Santos – Aracaju – Maceió – Rio de Janeiro – Brasília – Belém – Belo Horizonte e outras cidades.
Esta em busca de:
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17/07/2009

Rhana - Acompanhante Aracaju

Estamos aqui para apresentar uma grande inovação, desenvolvemos de primeira mão o site da acompanhante mais desejada de Aracaju, nada mais e nada menos que a própria, Rhana Lamartiny, além do blog que todo mundo já conhecia, agora temos o site pessoal dessa galega que é uma maravilha de mulher e pessoa.